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Dianteda impotência da pandemia, o que fazer?

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Desde o início da pandemia, algumas preocupações tomaram conta de meus pensamentos. Mas a maior delas foi: Será que há salvação neste mundo? Não pelo vírus COVID-19, este tenho convicção que passará, mas pelo descontrole emocional, despreparo e falta de autorresponsabilidade das pessoas que aqui estão.

Em um momento frágil e de suposta união, as pessoas trocam palavras de ódio e disputam (como se fosse futebol) seus políticos preferidos. Além do número assustador de doutores e infectologistas que tem a “causa e a cura” de toda pandemia.

É de se revoltar sim. Afinal, Ribeirão Preto entrou em isolamento dia 23 de março e estamos em 25 de julho com a MESMA quantidade de leitos disponíveis. Ao que me parece, isso está mais para um jogo político aonde nós “morreremos para ver”, enquanto eles estão são e salvos em suas residências blindadas do vírus e de toda essa tragédia. 

Dói profundamente em meu coração cada pessoa infectada, falecida e mais um negócio sendo fechado, mais pessoas ficando sem o seu sustento. Dói. E o que eu faço com essa dor? Xingo as pessoas? Não. Eu escolho propagar a esperança todos os dias.

Eu acredito muito na evolução do ser humano (é até ponto de discussão com meu marido que acredita que ninguém muda). Eu acredito que ninguém muda ninguém, mas se a pessoa quiser genuinamente evoluir, ela evoluirá!

Essa pandemia nos fez passar por grandes provações, tenho fé que 1% melhor sairemos de tudo isso. E ao final de mais de 100 dias de isolamento e tantas discussões e palavras de ódio sendo disseminadas virtualmente, tantas vidas e sonhos sendo perdidos, um momento tão introspectivo e de autoconhecimento, eu finalizo: 

Na sua opinião, há salvação neste mundo?

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