Campanha pede justiça por Robson, ex-motorista do volante Fernando, preso na Rússia

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Em 2019, Robson Oliveira estava se mudando para a Rússia para trabalhar como motorista do volante Fernando, à epoca do Spartak Moscou. Ele teria recebido uma mala fechada destinada ao sogro do jogador Fernando com um remédio proibido no país. Robson foi preso por tráfico de drogas. O motorista que viajou com duas caixas do remédio Mytedom 10mg (cloridrato de metadona), comprimido usado por pacientes que convivem com dores fortes ou realizam tratamento contra o vício em ópio ou heroína. Na Rússia, a substância é tratada como entorpecente, o que gerou o processo que culminou com sua prisão
Fernando admitiu que o medicamento era dele, mas não prestou depoimento formal. O atacante Richarlison e jornalistas esportivos aderiram à campanha que pede libertação de Robson.

Processo de Robson Oliveira, sofreu novo revés e juíza pretende aumentar possibilidade de condenação. Brasileiro está preso há um ano e meio por tráfico de drogas, por ter levado remédio para sogro de atleta.

A situação jurídica do ex-motorista do jogador Fernando, o brasileiro Robson Oliveira, de 47 anos, preso na Rússia, piorou. Ele agora será processado por um crime mais grave do que vinha sendo acusado. Deixará de responder por preparação para tráfico de drogas para ser julgado por tentativa de tráfico. Uma mudança técnica de artigo processual que prevê, na melhor das hipóteses, um aumento de cinco anos na pena mínima (de dez para 15 anos), caso seja condenado. E na pior das hipóteses, pena de 25 anos de prisão.

Essa avaliação ocorre porque não há no processo qualquer declaração, documento ou prova de que o remédio não foi comprado pelo motorista, tampouco que foi ele quem planejou levá-lo para a Rússia. O lado da história que só se sabe no Brasil, de que o medicamento era para uso do sogro do jogador Fernando, William Pereira de Faria, não aparece no processo penal.

Fernando prestou um depoimento para a polícia russa na qual negou conhecer Robson e disse que não sabia qual era a doença que seu sogro precisava tratar. Na entrevista exibida para a Globo, porém, ele apresenta outra versão. “Eles Foram parados no aeroporto e a gente imediatamente mandou o prontuário, receita, passaporte do meu sogro, tudo que fosse necessário para provar que o remédio era do meu sogro, porque realmente o remédio era do meu sogro. Em momento algum a gente escondeu qualquer coisa do tipo. Se não ficou claro, estou aqui abertamente falando: o remédio era para o meu sogro”, disse Fernando. O jogador ainda disse que tentou ajudar Robson a sair da prisão, mas não conseguiu. Agora, ele pede ajuda para as autoridades

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