Ex-policial que ajoelhou no pescoço de George Floyd até a morte é libertado após pagar fiança de US$ 1 milhão

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O ex-policial Derek Chauvin, acusado pela morte de George Floyd, ganhou liberdade condicional nesta quarta-feira (7) após o pagamento de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,6 milhões), segundo documentos da Justiça dos Estados Unidos. Segundo o registro, ele não poderá voltar ao trabalho policial e nem se aproximar da família do ex-segurança negro.

Ele foi detido em maio após ser flagrado com o joelho sobre o pescoço de George Floyd em Minneapolis, nos Estados Unidos. Chauvin deve cumprir com algumas condições para continuar solto, conforme diz um documento enviado pela Corte ao xerife do distrito de Hennepin County, Minnesota.

Eric Nelson, o advogado de Chauvin, confirmou que seu cliente não estava mais sob custódia, mas se recusou a comentar mais.

Veterano de 19 anos da polícia de Minneapolis antes de ser despedido em maio, Chauvin enfrenta acusações de homicídio culposo pela morte de Floyd. Três outros policiais na cena – J. Alexander Kueng, Thomas K. Lane e Tou Thao – são acusados ​​de ajudar e encorajar a abordagem. Um juiz do condado de Hennepin está avaliando se os quatro ex-policiais serão julgados conjuntamente. Uma data provisória para o julgamento foi marcada para março de 2021.

A acusação diz que Chauvin manteve seu joelho sobre o pescoço de Floyd durante 8 minutos e 46 segundos no total. Eles ressaltam que nos últimos 2 minutos e 53 segundos, o ex-segurança já não respondia mais. Floyd morreu em um hospital logo depois.

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