Agentes da Polícia Civil descobriram uma operação clandestina de ovos de páscoa na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo. O local funcionava na parte subterrânea de uma fábrica de pipocas, de acord…

No local, havia uma escada falsa presa a uma parede. Essa passagem secreta dava acesso a um espaço subterrâneo, onde funcionários eram orientados a reembalar e etiquetar com novas datas produtos fora do prazo de validade. O ambiente era mal ventilado e havia fios de energia expostos, além de extintores de incêndio também vencidos.

Segundo a polícia, o chocolate é sobra da última páscoa. Um lote grande que não foi vendido porque o comércio estava fechado por causa da pandemia foi devolvido à empresa pelos mercados e distribuidores de doces.

Depois da descoberta da fábrica, a polícia também foi a um depósito que pertence à empresa, em Arujá, na Grande São Paulo. O chocolate com data vencida era guardado lá, antes de ser levado para Guarulhos.

As funcionárias que embalavam o chocolate foram levadas para prestar depoimento na delegacia. O diretor financeiro da empresa foi preso em flagrante por crime contra a relação de consumo.

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