Advogados ligados a Bolsonaro, Lula e Witzel são alvos de nova operação da Lava-Jato

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Justiça expediu 50 mandados de busca e apreensão na investigação. Não há mandados de prisão. O MPF apura um esquema que envolvia contratos falsos, sem a prestação dos serviços advocatícios; 26 pessoas viraram rés. Bolsonaro, Lula e Witzel não são investigados na operação.

A Operação E$quema S investiga desvios de pelo menos R$ 150 milhões do Sistema S do RJ por escritórios de advocacia no Rio e em São Paulo. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), alguns dos pagamentos foram “sob contratos de prestação de serviços advocatícios ideologicamente falsos”, sem contratação formal e sem critérios técnicos, como concorrência ou licitação.

A operação é baseada em uma delação premiada de Orlando Diniz, ex-presidente da seção fluminense do Sistema S — que engloba Fecomércio, Sesc e Senac.

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