Mais de um ano após o início da pandemia e das dezenas de declarações contra a vacina e a comunidade científica, Jair Bolsonaro (sem partido) concedeu a ele mesmo a Medalha de Ordem Nacional do Mérito Científico. 

Uma das mais altas honrarias concedidas pelo poder público a personalidades, nacionais e estrangeiras, a medalha tradicionalmente é destinada a pessoas que contribuíram para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no Brasil. 

O decreto presidencial não informa quais foram as contribuições de Bolsonaro que justificaram a honraria. 

No mesmo decreto, uma série de outras personalidades do mundo político, como os ministros de estado Paulo Guedes (Economia), Milton Ribeiro (Educação), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Carlos Alberto França (Relações Exteriores), além do ex-deputado federal Diego Viella (MDB-GO) e a senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), entre outros. Também não consta no decreto do presidente as razões para a condecoração desses políticos.

Bolsonaro se autointitulou “Grão-mestre”, que basicamente é o grau mais alto em ordens honoríficas ou de mérito.

O decreto publicado nesta quinta-feira. Não foi a primeira vez que o presidente condecorou a si mesmo e familiares. 

A Ordem Nacional do Mérito Científico homenageia personalidades que prestaram relevantes contribuições para o desenvolvimento da ciência no Brasil


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