Com casos globais aumentando, uma segunda onda surge em regiões que acreditavam ter controlado a pandemia

Um novo platô de contágios levanta sérios questionamentos

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Com os crescentes números mundiais da pandemia -houve um aumento médio de 35% de contaminados desde o fim de junho, uma nova onda atinge países e regiões que antes eram apontadas como modelos de contenção do Coronavírus.

Na Espanha, a retomada econômica durou pouco mais de um mês, no qual houve um aumento de 400% de novos casos, com altas taxas entre jovens e adultos. Diversas regiões retomaram os protocolos de isolamento e apenas duas, Madrid e Ilhas Canárias, não adotaram o uso obrigatório de máscaras.

Hong Kong e Tóquio -referenciais de testagens em massa, georreferenciamento, profilaxia coletiva e manutenção de boa parte de suas atividades econômicas- anunciaram medidas públicas e restrições mais abrangentes nas atividades econômicas e de isolamento social. Melbourbe, Austrália, também enfrenta um novo pico de contágios, mesmo com a adoção preventiva de testes em massa, lockdown e restrições operacionais.

Embora o epicentro da Covid-19 permaneça no eixo EUA/Brasil/Índia, responsáveis por quase metade dos casos confirmados, há forte preocupação com as ocorrências nas localidades citadas. 

“Uma vez retiradas as medidas restritivas em curtos espaços de tempo, certamente haverá uma segunda onda”, observa David Hui, diretor do Centro de Doenças Infectocontagiosas Stanley Ho, da Universidade Chinesa de Hong Kong.

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