As medidas adotadas pelo governo na crise hídrica e energética não são suficientes para afastar o risco de o Brasil sofrer com apagões nos próximos meses ou de vir a enfrentar um novo racionamento de energia, aponta relatório da área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU).

Além disso, diz o documento, há indícios de que faltam “previsibilidade e razoabilidade” nas ações governamentais e de que não há plano formal para o caso de agravamento da situação.

O órgão tem acompanhado as medidas elaboradas pela Câmara de Regras Excepcionais para  Gestão Hidroenergética, do governo federal. Criado em junho, o grupo é presidido pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

De acordo com o relatório, o governo tem criado uma série de medidas para evitar o desabastecimento de energia, como aumento de oferta e flexibilização de restrições operativas. A secretaria acredita, no entanto, que as ações não são suficientes para garantir que o país não sofra apagões.

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