O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) admitiu a aliados nesta semana que o governo tem um plano B para o Auxílio Brasil se a PEC dos Precatórios não passar no Congresso. 

A votação preliminar que testou o apoio do plenário da Câmara à PEC (proposta de emenda à Constituição) dos precatórios mostrou a dificuldade do governo em conseguir apoio para aprovar a medida que amplia gastos em ano eleitoral e viabiliza o Auxílio Brasil.

A análise do mapa de votações de um requerimento na quarta-feira (27) que foi usado como teste de apoio ou rejeição ao mérito da medida mostrou traições e ausências de deputados de siglas da base do presidente.

Com a sinalização ruim, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), chegou a se reunir com Flávia e os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e João Roma (Cidadania) na noite de quarta para tentar viabilizar a votação da PEC ainda nesta quinta —mas isso fracassou. Ok

Se a PEC não passar, o governo já estuda decretar novo estado de calamidade e prorrogar o auxílio emergencial, que acaba agora em novembro. O auxílio emergencial foi criado para atender às famílias assistidas pelo programa social durante a pandemia.

Não há detalhes, ainda, sobre qual seria o valor e quantas famílias seriam assistidas se o auxílio for prorrogado.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui