O candidato pelado com as mãos no bolso II: a volta dos que nunca foram

Terror ou comédia?

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Ele esperneou, chorou, ameaçou e xingou em alemão, mas não teve jeito. O PSL municipal, como um time sem técnico, elenco e diretoria amadora, foi rebaixado para o ostracismo municipal. Seu camisa dez, nobre como um chopp, em teoria, não convenceu nem sua família que era candidato. As incongruências começaram quando foi nomeado presidente municipal do partido, portanto legalmente (tecnicamente, tributariamente…) impossibilitado de pleitear o assento do Rio Branco. Quando exposto, xingou muito no Twitter.
Pois bem, dotado da teimosia que me é peculiar, entrei em contato com os representantes da República de Curitiba, organização que teve sua logo exposta no outdoor do suplente ao cubo. Nota oficial assinada por Paulo Generoso, fundador e diretor da RC: “Não definimos apoio à nenhum candidato ainda antes das convenções partidárias. Não autorizamos e não tínhamos conhecimento deste outdoor.”


Mero detalhe. Ontem, sexta-feira (4), a mesa diretora ribeirão-pretana do partido foi destituída, como mostra a imagem abaixo. 

E por qual motivo isso interessa, amigo leitor? Simplesmente porque o segundo maior tempo de televisão, o segundo maior fundo eleitoral está sem norte. Sem rumo. Ou não? E há muita gente interessada nesse cofrinho social liberal. Pessoal que talvez possa ter feito algo para justamente dar um empurrãozinho nessa destituição de mesa. Para que lado vai o PSL? A resposta desta pergunta responde todas as outras. Quanto ao quase nada, continua como quase nada. Deram uma Ferrari para alguém que nunca dirigiu sequer um gol. Não é algo muito que se afirme inesperado.  

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