Talvez uma das maiores dores da vida seja quando nos separamos de alguém. Muitas vezes mesmo que estejamos vivendo muito mal e não toleramos mais viver sofrendo sentimos muito a separação. Viver a dois é uma arte…arte difícil de ser praticada. Afinal são duas pessoas diferentes que resolvem viver em conjunto.

No começo tudo é maravilhoso… beijos, abraços, sexo a todo momento, gentilezas, doações, máscaras, sensação de ter encontrado sua alma gêmea e tudo mais. Mas aí vem o tempo… O tempo e suas mudanças…

As manias aparecem, o egoísmo chega, a paciência diminui, surgem as disputas, o corpo vai mudando, as vezes o dinheiro vai embora, família se intrometendo, problemas e mais problemas vão surgindo…Até que infelizmente ou felizmente vem a ruptura. Muitas vezes pelas duas partes, ou só por um lado.

Começa-se viver um sentimento diferente, por um lado alívio e liberdade, por outro medo da mudança e insegurança. Mesmo quando ambas as partes querem a separação existe todo um processo muito doloroso e de luto, afinal é uma ruptura de uma união. Vida nova…vou dar conta? Como será?

E os filhos. Como ficaram os filhos, e a distância, a vida deles, como ficarão? A separação não é fácil, a vida não é fácil. O amor não é cor de rosa.

Pior ainda quando um lado ainda gostaria de continuar junto. Como dói! Sim, essa dor rasga, arrebenta. Parece que o mundo vai acabar. Você perde seu chão, seu céu, seu rumo.

Mas a vida continua! Morreu-se a união, mas você não. Você tem que recomeçar, tem que resgatar sua autoestima. Fortalecer-se, preparar-se, cuidar de você, cuidar do seu eu. Voltar a viver, enfrentar uma nova vida.

A psicanálise vem a te trazer um encontro com você, fortalecendo sua mente e sua pessoa para essa nova fase de sua vida. Tudo passa. Tudo muda…se você quiser. Faça psicanálise, você irá surpreender-se.

Coluna | Sessão de terapia Raul Barros Neto, Psicanalista, Escolas e teorias psicanalíticas Freud, Lacan, Bion, klein e Winnicot. Psicologia analítica Jung.

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