Os imunizantes aplicados na população passam por testes clínicos antes de serem aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou equivalentes em outros países. Esses estudos avaliam a segurança e a eficácia das vacinas. Além disso, mesmo após a aprovação, possíveis efeitos colaterais continuam sendo monitorados e, segundo agências de saúde, são menos graves que efeitos da própria doença. Especialistas esclarecem ainda que os imunizantes são seguros para crianças, adolescentes, gestantes e puérperas.

Todas as vacinas aplicadas no Brasil foram testadas em ensaios clínicos organizados por laboratórios, cumprindo protocolos internacionais, e receberam o registro da Anvisa para serem aplicadas em brasileiros. Por esse motivo, não é correto afirmar que esses imunizantes são experimentos ou que ainda não há vacina para a Covid-19.

Em seu site, a @anvisa_oficial detalha todo o procedimento rigoroso pelo qual uma vacina passa antes de ser disponibilizada para a população.

Os estudos feitos para aprovação de uma vacina são: pré-clínicos (em animais), clínicos (em humanos) de fase 1 (segurança), 2 (segurança, eficácia e definição de dose em grupo pequeno) e 3 (segurança e eficácia em estudo controlado em grande grupo), tendo assim deixado de ser experimental há quase 1 ano.

A eficácia e segurança não só foram demonstradas no grande estudo de fase 3, mas com a observação pós liberação de uso (Fase 4) em quase 10 milhões de crianças em vários países, tendo sido aprovada como eficaz e segura por TODOS os principais órgãos reguladores internacionais e nacional e com opinião favorável do Comitê Técnico do MS e por todas as sociedades de especialidades médicas envolvidas mundo a fora. A vacina foi bem tolerada e nenhum caso de óbito em crianças e adolescentes foi relatado nessas milhões de doses.

A vacina consegue reduzir a chance de infecção (embora não a elimine) e reduzir o tempo de transmissão pós infecção, caso essa ocorra. Isso faz com que a vacinação em crianças reduza também o risco para aqueles que não possam se vacinar por alguma contra-indicação ou aqueles nos quais a vacina tem menor eficácia como idosos e imunossuprimidos.

Qualquer vacina falha em proteger parcela significativa dos idosos, por isso a importancia em diminuir a circulação viral para protegê-los.

Com o resultado de testes positivo, as empresas requisitam um registro para a Anvisa que avalia criteriosamente para vender e comercializar o imunizante no Brasil.

Atualmente, existem quatro vacinas que já foram aprovadas pela Anvisa. São elas: Comirnaty (Pfizer/Wyeth), Coronavac (Instituto Butantan), Janssen Vaccine (Janssen-Cilag) e Oxford/Covishield (Fiocruz e AstraZeneca).

Para as crianças as vacinas aprovadas são a Comirnaty (Pfizer/Wyeth), Coronavac (Instituto Butantan).

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