O presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE) sofreu uma tentativa de agressão de um manifestante que estava nos atos realizados contra o presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo. O político também foi vaiado enquanto discursava. 

No caminhão, Ciro apontou que o Brasil era maior que o fascismo “travestido de vermelho e de verde amarelo”. Ao deixar a manifestação, alegou que “fingiu não ouvir” as vaias e, acompanhado de seus assessores, encontrou militantes contrários à sua presença. Um deles tentou atirar uma garrafa de bebida no pedetista e foi contido. Outros atiraram pedaços de madeira no veículo. Após Ciro deixar o local, um pequeno grupo trocando socos e a polícia utilizando spray de pimenta para conter a confusão.

Em nota, o PDT afirmou que “meia dúzia de militantes petistas que estavam em um bar, visivelmente alterados, tentaram hostilizar Ciro e ao presidente do PDT, Carlos Lupi”. “São atos covardes de quem não está interessado no país. Esses covardes não intimidarão quem quer que seja. Ciro e o PDT seguirão na luta contra Bolsonaro e a favor do Brasil”, completou o partido.

Ciro Gomes deu uma declaração nas suas redes sociais alegando que não será intimidado.

Fernando Haddad, que também participou das manifestações, apontou que a tentativa de agressão como “lamentável”. 

Um Twitter do o cantor Tico Santa Cruz viralizou ao cobrar um posicionamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, as cenas de vaias e tentativas de agressão a Gomes “não representam nenhum democrata”. “O Lula virá a público fazer um repúdio ao que aconteceu hoje? Espero que sim! Acredito que essas atitudes de hoje não representam nenhum democrata! Certo Lula? Aguardemos”, publicou. 


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