Ao ser questionado pela senadora Simone Tebet (MDB-MS) sobre a atuação da CGU (Controladoria-Geral da União) ao longo das negociações da Precisa Medicamentos com o Ministério da Saúde, envoltas em suspeitas de irregularidades, o ministro da pasta, Wagner Rosário, afirmou que a parlamentar estava “descontrolada”.

A fala de Rosário gerou tumulto entre os senadores e o ministro deixou a sessão. Logo depois, a pedido do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL), converteu a condição do ministro de testemunha para investigado.

Senadores de oposição e independentes saíram em defesa da senadora, disseram que Rosário estava sendo machista e, após tumulto com troca de acusações entre parlamentares e o ministro, a reunião acabou sendo interrompida pelo presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM).

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